O LADRÃO DE SONHOS

Na Palavra de Deus nos diz: que o diabo veio para matar, roubar e destruir. João 10:10. Mas Cristo nos fala: Eu vim para que tenham vida e vida em abundância.


Todos temos sonhos, projetos em nossos corações. É necessário lembrar-nos que Deus deve estar no centro de todas as nossas conquistas. E, que nada acontece se Ele não permitir, pois existem nos céus tudo ao nosso respeito, que seremos mais que vencedores, sábios, prósperos, saudáveis. Porem só receberemos, se estivermos debaixo da vontade do Pai.

José era um jovem sonhador, que vivia contando seus sonhos para os seus irmãos. Estes, que eram invejosos, sempre tramavam em seus pensamentos alguma coisa para matar os sonhos de José.

As vezes contamos nossos sonhos para invejosos, achando que estamos fazendo a coisa certa. Esta pessoa firma seus pensamentos negativos em nossas vidas, e parece que não iremos andar nem para frente e nem para trás. Tudo começa a dar errado. Mas Deus é misericordioso, e, mesmo fazendo coisas erradas, Ele nos dá o escape.

Na pureza de seu coração, José contava os seus sonhos, mas a maldade contida nos corações de seus irmãos, levou José a ser escravo na terra do Egito, Pois os seus irmãos haviam o vendido para os egípcios.

José é levado a casa de Potifar, capitão da guarda de Faraó, para administrar seus bens. Devido existir naquele jovem a excelência de Deus. Porém, mais uma vez o diabo tenta frustar os planos, os sonhos de José, quando este é preso, acusado de ter tentado violentar a mulher de Potifar. Faltou vigiar, pois o diabo o nosso inimigo, anda ao nosso derredor, tentando nos destruir, roubar os nossos sonhos.

Desta forma José permaneceu preso naquela terra estranha, por toda a sua juventude. Ali na prisão, não cessava de clamar e de ser usado por Deus.

O fato é que o homem faz planos, idealizam, traçam metas.Mas as dificuldades, os problemas aparecem de todos os lados. Pessoas que se dizem amigas, fazem de tudo para que possamos abrir os nossos corações, e quando percebemos os sonhos se foram, a vida passou. Talvez José pensasse: Deus, o Senhor me deu vários sonhos, falou-me que todos iriam se cumprir.

Quando Deus nos faz promessas, todas tem que se cumprir, pois o Pai é Justo, Santo e Misericordioso para nos resgatar da escravidão e nos transpor para o reino do seu filho Jesus Cristo.

Não foi diferente com José, no momento certo, Deus o resgata das mãos do diabo, o ladrão de sonhos, e o coloca como Governador do Egito. Se cumprindo as profecias de Deus para a vida deste Jovem.

Por tanto guarde no mais profundo do seu coração aquilo que Deus tem reservado para a sua vida. Pois as saídas para a vida procedem do coração. Este deve guardar o maior tesouro do mundo: a Palavra de Deus. A chave para ressuscitarmos os nossos sonhos, Jesus Cristo.


Escrito por Felicio às 07:26 AM
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QUEM DEVE SER O TEU PROXIMO?

Quem é o meu próximo?", pergunta para Jesus o mestre da lei (Lucas 10.29). Jesus, então, conta a parábola do samaritano. Daí devolve a pergunta ao doutor: "Quem foi o próximo do homem que caiu na mão dos salteadores?" De fato, Jesus não a devolveu exatamente, mas a refez. Da forma como a elaborou, ele sugeriu que o mestre da lei ao invés de perguntar "Quem é o meu próximo?" deveria ter perguntado "De quem devo ser próximo?". E a resposta é clara: daquele que você vê que precisa de você.

Essa resposta qualifica o próximo a quem se deve amar como o necessitado, o despossuído, o abusado, o explorado, e a única condição prévia para sua qualificação é que ele seja visto. Isto justifica trazer à tona toda a ordem de abuso e desrespeito ao ser humano para que ele possa ser visto e amado, ou seja, socorrido. Este socorro pode vir por meio do impedimento da violência – o que é mais eficaz – ou restaurando-se o indivíduo que a sofreu.

O próximo não é todo mundo, porque todo mundo não é ninguém – o próximo é o necessitado. Jesus, na parábola, também qualifica o que significa ver alguém. Aparentemente, todos os protagonistas viram o homem na beira da estrada, porém só um se compadeceu com uma compaixão ativa. Foi este quem de fato o viu.

O bispo irlandês Geoge Berkeley disse que "ser é ser percebido". Nesta parábola, Jesus qualifica que tipo de percepção dá ao observado a qualidade ontológica.

O mestre da Lei, que a sintetiza em "Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo" (Lucas 10.27), sugere, ao perguntar apenas pelo amor ao próximo, que amar a Deus, na intensidade descrita, não era um problema para ele. Sua crise era com o outro.

E AE? VOCÊ TEM AMADO O PRÓXIMO?



Escrito por Felicio às 12:00 AM
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A PROMESSA DE DEUS E A POSTURA DE NOÉ!

A fé de Noé está relacionada à reação dele à Palavra de Deus. Ao ouvir a promessa, Noé tomou uma postura de ação. A confiança em Deus o levou a agir com organização – ele decidiu trabalhar para ver o cumprimento da promessa de Deus, diminuindo o seu ritmo de vida e deixando de fazer muitas das coisas que fazia até então para construir a arca; com planejamento – ele precisou usar a razão, raciocinar para fazer as coisas acontecerem. Ele não era um derrubador de árvores e nem um construtor de barcos. Aquilo que Deus lhe havia falado era uma coisa nova; e executando – depois de planejar tudo, Noé colocou as mãos na obra. Ele precisou suar a camisa para construir a arca. Se, hoje em dia, com toda a tecnologia, é difícil construir um barco de madeira, imagine naquela época!

Há duas datas interessantes sobre a vida de Noé. Em Gênesis 5.32 nós lemos que, com 500 anos, Noé tinha gerado Sem, Cam e Jafé. Em Gênesis 6.9-15 nós lemos esta mesma narrativa, mas como o acréscimo da promessa de Deus. E em Gênesis 7.6, nós lemos que Noé tinha 600 anos de idade quando as águas do dilúvio vieram sobre a terra. Então, provavelmente Noé levou quase 100 anos para construir a arca.

Por que estou falando sobre isto? Porque hoje em dia as pessoas pensam que ter fé é não fazer nada, é simplesmente esperar que as coisas aconteçam, sem se preparar. Ter fé, para elas, é simplesmente fazer uma confissão positiva e desconsiderar a razão; é ficar de braços cruzados, lembrando Deus das promessas dele. É isso que acontece nos dias de hoje: as pessoas dizem “Eu determino que isso deve acontecer assim” e pronto! Elas ficam confiando de que as coisas vão acontecer segundo a determinação delas.

Você já pensou em Noé de braços cruzados, lembrando Deus das promessas? Imagine Noé assentado debaixo de uma árvore, curtindo uma sombra e uma brisa. O diálogo seria mais ou menos assim: “Deus, o Senhor falou do dilúvio e o Senhor falou sobre construir a arca. Eu vou construir a arca, mas eu preciso de ajuda. Então vamos lá.”

Mas é assim que muitas pessoas agem nos dias de hoje. Elas recebem uma promessa de Deus e, então, se acomodam. Ficam assentadas ou ajoelhadas, determinando para Deus as coisas que devem acontecer e dizendo que estão confiadas nas promessas.

Ora, A Bíblia diz exatamente o oposto. Ela diz que, pela fé, Noé construiu uma arca. E através daquela arca que ele construiu, com o suor do seu rosto e com o uso da sua razão, ele foi salvo juntamente com toda a sua família. A fé não levou Noé a ficar acomodado. Pelo contrário, por causa da fé ele trabalhou mais ainda. E não somente isso: por causa da sua fé ativa, ele condenou o mundo. O fato é que aquelas pessoas não acreditaram no que Deus havia falado e, por isso, não fizeram nada para mudar de atitude ou para se salvarem do dilúvio que viria.

Escrito por Felicio às 12:34 AM
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História de Noé e a promessa de Deus

Estas são as gerações de Noé. Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus.

A Bíblia relata, em Gênesis 6.9, que Noé era um homem justo e íntegro. Ele andava com Deus. Mas os seus contemporâneos eram extremamente maus. Eles haviam corrompido a terra e a enchido com violência. O pecado havia aumentado. As pessoas não estavam nem aí para o Deus verdadeiro. Por isso, Deus decidiu destruir a terra mas abençoar Noé e o livrar da destruição. Por isso, ordenou-lhe que construísse uma arca e deu todas as orientações para isso, desde as medidas até os detalhes. Esta foi a promessa de Deus para Noé: a vinda de um dilúvio e a existência de uma arca.


Diante da Promessa de Deus, Noé se esforçou intensamente para construir a arca que iria salvá-lo. O texto de Hebreus 11.7 nos diz: Pela fé Noé construiu uma arca para salvar a sua família.E eu gostaria de refletir sobre isso.

Você já pensou quanto tempo Noé gastou para construir a arca? Isso foi há milhares de anos. Não havia tratores, nem serras elétricas ou machados de aço. Noé teve que derrubar árvores usando objetos de pedra lascada. E não somente isso; ele teve que trabalhar a madeira usando essas mesmas ferramentas! Você já pensou no trabalho que Noé teve? Isto, porque ele creu na promessa que Deus lhe havia feito: de que haveria um dilúvio e de que ele, Noé, seria salvo, com toda a sua família, em uma arca de madeira.

Você já parou para refletir sobre o seu empenho no reino de Deus?



Escrito por Felicio às 12:10 AM
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O FUTURO JOGADOR

Certa vez, um olheiro de futebol andou pelo interior de Minas Gerais. Ele estava em busca de novas revelações para o futebol. Quando chegou num pequeno vilarejo, ele viu algumas crianças jogando bola. Parou e ficou reparando num garoto que era muito esperto, bom de bola. Assim que terminou a pelada, o olheiro falou com o garoto: “Olha, você joga muito bem. Daqui a alguns anos você vai jogar no Cruzeiro, hein?”

Aquele garoto, de uns seis anos de idade, ficou maravilhado. Ele saiu contando para todo mundo que iria jogar no cruzeiro. Ele falou para os amigos, para os vizinhos, para os pais, para o padeiro: “Olha, um dia eu vou jogar no Cruzeiro!” Passava o dia e a noite, e ele continuava dizendo a mesma coisa. Ele até parou de jogar bola com os amigos; enquanto eles jogavam, ele subia nas pedras perto da sua casa e dizia consigo mesmo: “Um dia, eu vou jogar bola no Cruzeiro!”

Mas, cada vez menos com os amigos, cada vez menos com o futebol e cada vez mais com os seus pensamentos, o tempo passou, ele ficou velho e não jogou mais. Então, ele ficou cheio de frustração e começou a dizer para todos: “Um dia, alguém me enganou. Alguém me disse que eu iria jogar bola no Cruzeiro.”

Esta história tem muito a nos ensinar. Olhe bem para o garoto: ele era um bom jogador de futebol, cheio de disposição para correr atrás da bola. Então, um dia ele ouviu uma promessa; mas essa promessa, ao invés de encorajar o garoto a se aplicar mais no futebol, deixou-o acomodado. Ele se agarrou à promessa e parou de jogar. E como não treinava mais, ficou despreparado e nunca foi jogar no Cruzeiro. Quantas são as pessoas que estão caminhando bem, se preparando com afinco, fazendo aquilo que gostam e, de repente, ouvem uma promessa e esta, em vez de levá-los a trabalhar mais, a se preparar mais, os deixa acomodados? Essas pessoas jogam toda a confiança na própria promessa e ficam vivendo dela. Não fazem mais nada. Esperam que, a partir da promessa, todas as coisas caiam do céu.

Escrito por Felicio às 12:01 AM
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